Que atitude dos pais incomoda filhos adolescentes?

Você tem filho adolescente em casa e vive em clima de estresse constante, desejando que essa fase de tormenta termine logo?

Quando encontra outros pais de adolescentes comenta que sabe o que eles estão passando e quando encontra uma família feliz com seus filhos pequenos, aconselha que aproveitem bem, porque daqui a pouco essas crianças serão adolescentes e adeus paz na casa?

Embora essa seja uma fase realmente complicada, estudos comprovam que está nas mãos dos pais o poder de se aproximar e transformar a adolescência dos filhos em um período que deixará tanta saudade quanto a infância deixou.

A predisposição dos pais em enfrentar as batalhas sobre as quais ouviram seus amigos e familiares contar e a tentativa de estarem preparados, não baixando a guarda, são de fato os maiores causadores de todo stress que tanto se quer evitar.

Se nesse exato momento você está pensando que só digo isso porque não sou eu quem tem que conviver com a postura de enfrentamento de seu filho adolescente no dia a dia, tenho uma pergunta: se a postura de seu filho é de constante enfrentamento, será que você não estaria assumindo a postura do inimigo a ser enfrentado?

Um trabalho desenvolvido com adolescentes de diferentes classes sociais e culturas comprovaram que esses jovens gostariam muito mais de poder contar com seus pais e percebem a realidade de forma bem mais madura do que imaginamos.

Veja a resposta deles a duas questões colocadas em um ambiente em que eles sentiam-se seguros de que não estavam sendo monitorados ou avaliados por seus pais.

Pronto para se surpreender?

1 – O que seus pais fazem que desperta em vocês a necessidade de enfrentá-los ou irritá-los?

. Culpar por coisas que nem entendi o que tem de errado;

. Desconsiderar, ignorar ou desprezar coisas que me deixam irritado ou preocupado, respondendo coisas do tipo: “vai descansar um pouco que melhora”; “dorme que você se acalma”; “ah, no meu tempo é que era difícil. Queria só ver se você tivesse que fazer o que eu fazia na sua idade!”.

. Fazer críticas sobre o tempo que passo estudando, dizendo que é pouco, mesmo que eu esteja trazendo notas boas da escola.

. Gritar comigo, principalmente na frente de parentes e amigos.

. Não ter tempo para conversar comigo sobre coisas bobas do dia a dia e querer ter conversas longas sobre coisas que eles acham importantes.

. Criticar meu jeito de sentar, vestir, comer ou me expressar – fazendo com que eu me sinta muito mal sobre a pessoa que sou.

2 – Que conselhos daria a seus pais se achasse que eles prestariam atenção ou ouviriam?

. Não adianta me dizer que posso contar com você para qualquer coisa se você fica louco da vida e faz sermão quando sabe de alguma aventura que tive com meus amigos.

. Não faça pergunta boba quando na verdade gostaria de fazer uma crítica. Por exemplo: “você ainda está nesse vídeo game?” Ou “já está comendo de novo?”

. Não me diga para não fazer coisas que são prejudiciais à saúde quando você pratica esse hábitos na minha frente – por exemplo, beber ou fumar. Isso me faz pensar que você acha que sou um idiota.

. Quando você tiver um dia difícil, não desconte em mim. Eu posso estar tentando demonstrar que tive um ótimo dia, mas é muito frustrante quando você já chega gritando por qualquer coisa.

. Não aja de um jeito comigo em frente de visitas ou na casa de parentes e depois me trate como um inútil quando estamos sozinhos em casa.

. Não critique meus amigos, quando só os tiver visto poucas vezes e ainda não os conhecer como pessoas.

. Se quiser mesmo saber a verdade, não me coloque de castigo cada vez que sou sincero!

. Mesmo que pareça já estar grande demais, não deixe de dizer que me ama.

Que tal olhar para seu filho de uma maneira diferente, acreditando que ele quer muito acertar e que provocar  você não é seu principal objetivo de vida?

Surpreenda-o com sua mudança de postura e observe como ele se tornará uma pessoa mais dócil. Os resultados nos estudos serão um reflexo da relação na família.

Filho canhoto é mais inteligente? Veja a resposta e 2 dicas! 

Muitas vezes crianças canhotas são rotuladas como desajeitadas ou desastradas sem que os pais se deem conta da dificuldade que é a adaptação a um mundo construído por destros e para os destros. Normalmente, as principais fontes de desafio em termos de adaptação para uma criança canhota são o uso da tesoura e a escrita. Assim como no caso da tesoura, já existem canetas especialmente desenvolvidas para canhotos. 

ideal é que esses recursos especiais sejam considerados e utilizados somente depois que a criança dominar o uso dos objetos feitos para os destros, ja que estes é que estarão sempre disponíveis para ela, em qualquer situação ou ambiente.  Devemos preparar nossos filhos para serem bem sucedidos no mundo que os aguarda e não em um mundo ideal, construído para eles.

O mito do canhoto ser mais inteligente é, na prática, o resultado de conexões e sinapses que o cérebro de um canhoto tem que fazer para se adaptar a um mundo que não foi feito para facilitar em nada seus movimentos. Em nosso caso, Mamoca é canhota e quando fomos desenvolver nossa linha de lápis com frases inspiradoras e divertidas, não pudemos deixar de fazer um kit especial para estes 10% da população mundial que tem o “superpoder” de escrever com a mão esquerda. 

No post de hoje vamos dividir com vocês 2 dicas para quem está gritando: Socorro, meu filho é canhoto!!!

1. A tesoura  

É muito frustrante para uma criança perceber que aquilo que é prazeroso e simples para os amiguinhos pode parecer um enorme desafio para ela. A vantagem é que por não ter consciência da diferença na lateralidade, a criança, quando adequadamente incentivada, não percebe que não corta tão bem ou não consegue seguir uma linha de corte como as crianças destras.

O primeiro desafio é que o canhoto não enxerga a linha que deveria servir de base para alinhamento do corte. Além disso, como as lâminas da tesoura ficam na posição inversa, a tendência é que o papel seja dobrado ou amassado, ao invés de cortado. Para que o corte flua, como na mão de um destro, a criança canhota tem que apertar o polegar contra o dedo indicador, em um movimento que não é natural para as mãos. Com isso pode causar calos e marcas mais profundas, caso o uso seja constante.

Não existe tesoura que atenda destros e canhotos. Embora algumas marcas de tesoura de uso escolar se apresentem como apropriadas para ambos, de fato estão se referindo somente aos suporte das mãos. As lâminas continuam a ser posicionadas de forma que favorece o corte por pessoas destras.

Já existe, porém, tesoura para canhotos. Embora de fato elas facilitem bastante o uso por parte de crianças canhotas, pessoalmente eu recomendo que você deixe que seu filho se adapte ao uso de tesouras comuns, feitas mesmo para o destro. Somente depois que souber cortar com essa tesoura, mesmo que o corte não seja perfeito, você pode considerar a compra de uma tesoura especial para ele. Isso porque o mundo todo é feito para destro. 

2. O lápis:

O movimento natural da escrita para o destro é deslizar o lápis no sentido de sua mão dominante: da esquerda para a direita. Já o canhoto, para conseguir o mesmo efeito – escrever da esquerda para a direita – tem que empurrar o lápis no sentido contrário ao da sua mão dominante.

O efeito desse movimento que também não é natural para o corpo, é a tendência de apertar demais a ponta do lápis ou caneta contra o papel, visto que o movimento “empurrar” por si só requer mais força do que o “puxar” exercido pelo destro. Além disso, a mão do canhoto tende a passar constantemente por cima do texto que acaba de ser escrito, gerando aparência de desleixo na escrita, inicialmente.

Na tentativa de se adaptar a esse desafio, a criança canhota acaba por encontrar alguma posição das mãos, braços, do lápis e do papel que evite o transtorno de sujar a mão (no caso de tinta) ou estragar o desenho ou texto com o constante contato com o que acaba de ser escrito.

Essa tentativa de adaptação é que gera as mais diversas e até, muitas vezes, engraçadas, posições e formas de escrever de um adulto canhoto. É um processo que para os pais e professores parece ser fruto da fase da infância, mas que acaba sendo assimilada e levada para toda a vida.

Isso pode causar dores nas costas ou na própria mão, visto que a maneira com que o canhoto segura o lápis entre os dedos acaba não sendo uma posição natural para suas mãos.

Agora que já existem estudos mais aprofundados sobre esse assunto, já há também uma recomendação de como evitar os problemas causados pela tentativa de adaptação dos canhotos na escrita. Para uma posição confortável e não agressiva ao corpo, a dica é:

Gire o papel – ou caderno – em torno de 45 graus no sentido relógio (isso significa mover para a direita a parte superior do caderno);

Segure o lápis ou caneta com a ponta de três dedos: dedo médio, indicador e polegar;

Mantenha o pulso e a mão abaixo da linha da escrita;

Caso a superfície que apoia o papel possa ser inclinada, isso ajuda bastante o canhoto.

Para crianças menores, começando a se aventurar na escrita e desenho, lápis de cor, giz de cera e canetinhas, maior será a facilidade para naturalmente aprender a segurar da forma mais adequada esses instrumentos se eles forem mais grossos.

No caso de crianças maiores, adolescente e adultos, canetas e lápis de formato triangular ajudam muito, pois naturalmente requerem a posição correta dos dedos ao segurá-los.

Escrevo com a mão esquerda, qual seu superpoder?

E mais uma vez o ideal é que sejam consideradas somente depois que a criança dominar o uso do tipo de material que estará sempre disponível para ele, em qualquer situação ou ambiente, visto que devemos preparar nossos filhos para serem bem sucedidos no mundo que os aguarda.

Se pensou em algum canhoto quando leu este post e quer presenteá-lo com um Kit especialmente feito para ele, clique aqui =)

 

Até a próxima!

4 dicas para incentivar a Autonomia

Um dos papéis mais importantes que exercemos como pais é garantir que nossos filhos consigam se tornar independentes. Para conseguir que sintam-se seguros para assumir as responsabilidades e riscos que fazem parte da vida, o maior desafio é conseguir enxergá-los como seres humanos únicos.

Para que os filhos se tornem independentes, é preciso que os pais incentivem para que, desde pequenos, façam sozinhos algumas coisas.  Cabe aos responsáveis saber que em alguns momentos devem se afastar e dar tempo à criança ou adolescente para que ele já enfrente suas pequenas lutas do dia a dia e para que aprenda a partir de seus próprios erros.

Sim – mais fácil dizer do que fazer. Por isso, aí vão algumas dicas de como você, pai/mãe pode fazer isso.

1. Dê opções e deixe que seu filho decida entre elas. 

Você pode começar com as coisas mais simples do dia a dia: você vai vestir a camiseta azul ou a verde hoje? Prefere água ou suco?

2. Demonstre respeito pelas dificuldades e lutas de seu filho.

No momento em que ele não consegue fazer uma letra ou um número, você pode dizer: “realmente, o número dois é mais complicado para desenhar”.

Sua filha está derrubando a comida quando tentar cortar com a faca, você pode dizer: “essa carne está um pouquinho dura mesmo” ou “ eu também derrubei comida outro dia”.

3. Não se apresse em responder a todas as perguntas que ele faz para você. Ao invés de demonstrar que tem a resposta na ponta da língua, devolva a pergunta para ele: “interessante essa pergunta. O que você acha que aconteceu?”

Quando for relacionada a um conteúdo específico da escola, mostre que a dúvida dele faz sentido e proponha que ele tente encontrar a resposta em um livro ou ligando para um amigo.

4. Nunca, jamais, tire a esperança de que ele consiga.

Sua filha, de estatura baixa, diz que pensa em jogar basquete. Você pode dizer: “pode ser uma boa experiência. Você pensou em algum outro esporte, caso não acabe por não gostar do basquete?”.

Ou seu filho, que nunca tira boas notas em matemática, comenta que vai ser um engenheiro. Você pode dizer: “Que interessante sua opção. Por que você escolheu essa profissão? Que planos tem para entrar na faculdade de engenharia?”

4 dicas para criar um filho sem rótulos

“Lucas é nosso reizinho!”

“Quer ver como o chorão já vai abrir a boca?”

“A chefinha está pedindo silêncio para ela ouvir a TV!”

“Ah, a desastrada derrubou de novo?!”

Você já fez ou ouviu afirmações desse tipo, muitas vezes vindas de pais orgulhosos de seus filhos?

Sim, é muito comum que acabemos por rotular nossos filhos sem perceber, de forma inocente e na grande parte das vezes até como forma de expressar carinho.

Existe porém, uma armadilha por trás da maneira como fazemos isso: a criança acaba por assumir o papel que damos a ela e a tentar constantemente melhorar o desempenho, já que passa a acreditar que não será querida ou aceita fora desse papel.

A vida adulta dessa criança será fortemente impactada pelo papel que ela exerce na infância, mas antes disso, ainda haverá todas as dificuldades que ela enfrentará durante os anos da vida infantil e da adolescência enquanto tenta conviver com o rótulo e buscar caminhos para ser ela mesma.

Você pode estar pensando: “ainda bem que não colocamos apelidos ou papéis para nossos filhos aqui em casa!”

Há, contudo, outra maneira de rotular sem dizer claramente o papel que você está dando para ele representar – a mensagem que você passa do que pensa em relação a seu filho.

Um exemplo que passa despercebido no dia a dia, vindo de pais que tentam ser presentes e ajudar os filhos:

“Terminei a tarefa.

Mas já? Não deve estar boa, foi rápido demais. Já vou aí olhar.

Não precisa, eu fiz tudo direitinho. Estava fácil.

Até parece, você fazendo direitinho? Ah, me engana que eu gosto!

Olha isso aqui: que letra horrível. Por isso terminou rápido!”

Que imagem você tem dessa criança ao ler esse diálogo? Que adjetivos vêm à sua mente ao ler uma passagem tão curtinha: lento (ou, pior, lerdo), incapaz de fazer um bom trabalho, mentiroso e outros que podem vir no inconsciente da criança e que nunca saberemos de onde ele tirou uma imagem tão negativa de si próprio.

Então mesmo que vocês não usem a palavra – rei, chorão, desastrada – se você estiver passando essa ideia com suas palavras ou atitudes, seu filho assumirá esse papel e não saberá sair dele sozinho. E aí é que se formam as crianças que de fato são mandonas, choronas, desajeitadas – aos olhos de quem olha de fora.

As dicas de hoje vão ajudar você a libertar seu filho da necessidade de representar o papel que já tomou como dele.

1 – Esteja atento ou crie oportunidades para mostra a seu filho outras características dele:

Olha esse brinquedo! Você tem ele desde que tinha 3 aninhos! Está conservado e lindo até hoje!

Estou impressionada que você tenha conseguido resolver esse problema da tarefa de matemática sozinho! (ao invés do foco na letra que não está boa, por exemplo).

2 – Coloque seu filho em situações em que ele consiga melhorar a imagem que tem de si próprio.

Você leva essa toalha e guarda na última gaveta por favor? (algo que não pode ser quebrado se cair no chão; última gaveta se for uma criança ainda pequena, assim que ela guardar, você agradece e elogia. Pronto: lá se foi a imagem de desastrada!)

Terminou a tarefa? Que bom! Você deve ter prestado muita atenção na aula hoje para fazer a tarefa toda sem ajuda! Você pode me mostrar e me ensinar um exercício só da tarefa de hoje? (e se ele tiver feito correndo e sem atenção, vai revisar antes que você se decepcione).

3 – Sem que ele perceba, consiga que seu filho ouça você falando sobre ele para uma outra pessoa.

Vovó, você precisava ver como ele ficou forte e deixou o moço dar a injeção nele! (ao telefone, fazendo de conta que não percebeu que ele está ouvindo).

 Papai, ele foi na loja comigo comprar o presente do amigo e foi um ótimo companheiro. Ajudou a escolher o brinquedo e entendeu direitinho que ele só vai ganhar presente quando for aniversário dele. (na sala ao lado de onde ele está brincando).

4 – Conte histórias de situações que ele enfrentou de forma positiva e que não agiu de acordo com o rótulo. Ele vai perceber que você o aceita e ama sem o papel que ele pensa ser o único esperado.

Quando você tinha 5 anos levava ovo e fruta de lanchinho na escola e comia tudo!

Lembre-se que qualquer rótulo é uma amarra que em algum momento prende seu filho e o impede de descobrir quem realmente ele é!

Esquecer compromissos e perder objetos de uso pessoal são mais comuns do que eram no passado, sabe por quê? 

Você já parou para pensar na diferença enorme que existe em relação ao número de objetos que temos em casa nos dias atuais, se comparado com nossos avós?

Nem precisa ir tão longe no passado. Pense na cozinha de sua casa quando você era criança. Ou na sala, no seu quarto também.

Os lares possuem hoje uma quantidade muito maior de utensílios, roupas, calçados, objetos de decoração. Não importa a classe social a que você pertence, você tem mais do que seus antepassados possuíam dentro de casa. E, certamente, você tem mais do que realmente precisa para viver bem.

Esse acúmulo de bens e utensílios acaba por se tornar também uma fonte de distração e dificuldade de concentração. Estudos confirmam que passamos muito tempo procurando objetos ou distraídos de tarefas que requerem concentração por conta do excesso de utensílios dentro de casa.

Não, você não precisa viver como um monge tibetano e abrir mão das suas conquistas. Mas sim, você precisa ajudar para que seus filhos criem o hábito de organizar seus pertences e desapegar do que não usam, de forma que não tenham a capacidade de foco e a criatividade ainda mais prejudicada do que já está atualmente.

Estamos, comprovadamente, com o cérebro sobrecarregado com a quantidade enorme de informações às quais temos acesso o tempo todo.  Esquecer compromissos e perder objetos de uso pessoal são mais comuns do que eram no passado, exatamente pela dificuldade que é para nossa mente lidar com tanto estímulo simultaneamente. 

Um ambiente organizado agiliza a tomada de decisão, ajuda na concentração e acaba por deixar nossa memória operacional com mais espaço livre.  

Como nossos filhos nasceram e crescem no meio dessa avalanche que é vida moderna, isso se reflete cada vez mais na relação que eles desenvolvem com os estudos. A falta de paciência e baixíssima capacidade de concentração podem ser amenizadas com uma nova organização dentro de casa.

Uma quantidade menor objetos que não são utilizados à vista ajuda a manter o cérebro focado e pronto para se concentrar. Roupas e material escolar organizados geram menos necessidade  de gasto de energia e deixam a capacidade da memória operacional livre para ser usada nos estudos.

Tudo isso explicado para convencer você, responsável, de que vale a pena aproveitar alguns momentos das férias para colocar seu filho para arrumar os armários, os brinquedos,  os pertences pessoais!

As férias de invernos podem ser uma excelente oportunidade para tirar o que não se usa mais, doar agasalhos e outros bens para ajudar famílias necessitadas, transferir para primos mais novos aquilo que já não faz mais sentido para seu filho na idade atual.

Combine um dia para cada cômodo da casa e, ao final das férias, todos se beneficiarão de um lar com espaços mais livres e organizados . Além disso, outras habilidades serão desenvolvidas e o reflexo virá em um segundo semestre mais produtivo nos estudos!